“Como podemos honrar o Eterno com nossas vidas?” (Jeremias
5:+/-24) (08/05/17 +/- 16h)
(10/05/17, 9:24)
Foi domingo, no culto, que entendi porque
tenho andado tão emotiva. Preocupação se transformou em agradecimento.
Nas
últimas aulas do mestrado, depois que deixava minhas colegas, me percebia com
os olhos marejados dentro do carro.
“Mas
gente! Por que eu estou querendo chorar se está tudo bem, se estou feliz? Deu
tudo certo na apresentação dos trabalhos. Eu realmente aprendi na aula...”
Eu
não sei o que o pastor Gustavo falou que veio (finalmente) o click: “você está
realizando um sonho! Sua vontade de chorar é de alegria, de estar vivendo o que
você tanto esperou. ‘Como quem sonha’”.
Acho que ele estava
falando algo sobre esperar... Ou... não sei... Só sei que foi (assim!) durante
a pregação expositiva da Palavra...
Passei na quarta
tentativa para esse mestrado. Quatro anos de espera! (Sinceramente não consigo
me lembrar da angústia dessa espera. Eu sei que passei por ela. Eu estava lá!
Deve ser o mesmo de Jacó serviu a Labão
por mais sete anos e lhe pareceram como se fossem dias...!)
“Melhor é o fim das coisas do que o seu princípio; melhor é o
paciente do que o arrogante.” (R.A)
“Finalizar algo é melhor que começar. Ter paciência é melhor que
se afobar e meter os pés pelas mãos.” ( A Mesangem) - Eclesiastes 7:8
(versículo “velho de guerra”. “Meu”
“bordão” para persistir...)
Deve ser porque
agora é o momento certo. Aquele que a gente sabe que vai chegar, mas que não
adianta, tem que esperar! Aquele que impacienta. Que tentamos forçar,
adiantar... Mas se é forçado não é (o) certo.
A gente sabe que
vai ele vai chegar. Que “há tempo para todo propósito debaixo do céu”. Tempo
para cada coisa.
E para essa coisa
da minha vida, o tempo certo chegou!
E como a gente
também sabe, quando ele chega, entende os porquês de não ter sido antes.
E só agradece.
E vive!!

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